Um recado na secretaria eletrônica:"tem uma festa legal e agente quer se divertir"Eduardo não era muito de sair, até por que nem sempre os seus pais deixavam, mas naquela vez ele sentiu que devia ir.Foi um amigo do cursinho de inglês que lhe chamou.E foi com ele que Eduardo foi. Casa de estranhos, do outro lado da cidade. Musica alta. Jovens bebendo e dançando.
-Pra algo tão frenetico eu não me sinto preparado, não estou acostumado.
Mas, uma moça sorriu pra Eduardo. E ele sorriu de volta.
Monica sempre ia as festas, já era rotina semanal. Rotina que acabou por chatear. Musica e bebida e dança: cotidiano para uma garota tão culta.
-Isso está tão ...
Ela viu o garoto deslocado no lugar. "e quis saber mais sobre o boyzinho que tentava impressionar"
Eduardo e Monica...ConversaramRiramBeberam juntos.
Até a meia noite e mais. E eduardo olhava pelo vidro do relógio. "São quase duas eu vou me ferrar".
Parece que algo aconteceu, Algo nasceu entre os dois. São jovens. São 2 corações férteis."Eduardo e Monica trocaram telefones..."
Alguma coisa... nos dois, ainda estava para acontecer. Alguma coisa muito grande.
"E quem um dia ira dizer, que existe razão nas coisas feitas pelo coração? E quem irá dizer que não existe razão?"
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Recentemente eu fiz uma vigem.
Nela eu fui para o interior de onde moro e lá é bem frio. Ou pelo menos, mais frio do que eu estou acostumada.Nessa viagem,eu consegui achar um lugar durante as paradas para descansar, mente e corpo.
Sabe, quando voce encontra
Aquele lugar
Que quando era criança
Costumava sonhar
Imaginava
correr pra lá quando
tudo te fazia chorar
Sabe, os anos passam
E você termina esquecendo
esse sentimento
costumava consolar
costumava se sentir tão bem
Mas os anos passaram
e você esqueceu
mas acredite
ele nao esqueceu de você.
Lembre-se ele vai sempre estar lá
Ahhhhh....
Não importa, não importa
ahhhhhhh
Se você esqueceu
Se você sofreu
Se ele sempre esteve lá
mas os anos passaram
e você esqueceumas acredite
ele nao esqueceu de você.
E ali eu me senti como se nada mais importace, como se nada mais me pudesse tocar. Tudo tinha ficado para traz.Toda minha vida, já não estava mais lá.
Tudo era paz.
Era um sentimento tão forte e profundo, e se eu ficasse ali para sempre?O frio, a terra e as arvóres me escoderiam para sempre de tudo que ja existiu.
Mas eu voltei.
"Eu voltei para o sol brilhante,estou voltando para a vida"
Então eu ouvi, a algum tempo atraz a frase que me fez ver que, esse lugar, deve ficar apenas na imaginação e no passado.
"Nada perfeito vai te fazer feliz"
Obrigada...
Nela eu fui para o interior de onde moro e lá é bem frio. Ou pelo menos, mais frio do que eu estou acostumada.Nessa viagem,eu consegui achar um lugar durante as paradas para descansar, mente e corpo.
Sabe, quando voce encontra
Aquele lugar
Que quando era criança
Costumava sonhar
Imaginava
correr pra lá quando
tudo te fazia chorar
Sabe, os anos passam
E você termina esquecendo
esse sentimento
costumava consolar
costumava se sentir tão bem
Mas os anos passaram
e você esqueceu
mas acredite
ele nao esqueceu de você.
Lembre-se ele vai sempre estar lá
Ahhhhh....
Não importa, não importa
ahhhhhhh
Se você esqueceu
Se você sofreu
Se ele sempre esteve lá
mas os anos passaram
e você esqueceumas acredite
ele nao esqueceu de você.
E ali eu me senti como se nada mais importace, como se nada mais me pudesse tocar. Tudo tinha ficado para traz.Toda minha vida, já não estava mais lá.
Tudo era paz.
Era um sentimento tão forte e profundo, e se eu ficasse ali para sempre?O frio, a terra e as arvóres me escoderiam para sempre de tudo que ja existiu.
Mas eu voltei.
"Eu voltei para o sol brilhante,estou voltando para a vida"
Então eu ouvi, a algum tempo atraz a frase que me fez ver que, esse lugar, deve ficar apenas na imaginação e no passado.
"Nada perfeito vai te fazer feliz"
Obrigada...
Orange Love
As folhas da arvoce balançavam com a brisa daquele dia, Mariana esperava ali embaixo.
Seu coraçao batia rapido enquanto ela sentia o doce cheiro de laranja.
Ela esperou ansiosa o autor da carta que segurava na mão.
Elas sempre viveram juntas, eram amigas desde pequena. Gabriela e Mariana moravam no mesmo orfanato.Desde pequenas bricavam no pomar que havia ali.Cresceram juntas com as arvores, todas viram a o sentimento que as unia torna-se mais forte e mais intenso.Mariana e Gabriela eram amigas, e todas as arvores sabiam disso.Todas menos uma.
A velha laranjeira.Ela estava lá... ela estava morta. apenas o cadaver da planta restava. Seus espinhos, seus galhos secos estavam fincados no solo.E ninguem a tirava de lá. Era como um amuleto. Um sinal da idade do lugar, apezar de seu corpo ja nao sentir o vento e nao conseguir mais a adimiraçao que tinham outras arvores, a velha laranjeira possuia aindaum ultimo atrativo. Ela ainda mantinha o doce cheiro de laranja, bem fraco, bem distante e sem igual.Apenas as amigas sabiam... do segredo da laranjeira.
Mariana acordou um dia e algo estava diferente, Gabriela estava diferente.Ela parecia ter um pouco de receio com a melhor amiga. O que será que ouve, ela pensou. Gabriela o que há com você? Foi algo que eu fiz? Foi algo que eu disse?
Não foi nada Mariana, não foi nadanão houve nada, não é você, sou eu.
No dia seguinte Mariana recebeu uma carta... Era de amor. Os sentimentos mais bonitos e sinceros foram transcritos naquela folha de papel.
E nos dias que se seguiram, ela recebeu mais e mais. Todos os dias. O tempo passou.Mariana se apaixonou. E não tinha como falar. E não sabia quem era, mas sabia o que sentia.Ele parecia conhece-la tão bem, sabia o que ela pensava, do intimo do seu coraçao.
Mariana e Gabriela se afastavam, cada vez mais.Cada vez mais Gabriela parecia mais distante e cada vez mais Mariana mais apaixonada.
Até que chegou o dia. O dia em que ultima carta chegou. A carta que marcava o encontro dos amantes.E nesse dia a brisa balançava as folhas das arvores do campo. Balançava também o coração dela.
O relógio da igreja mais proxima bateu, quatro horas da tarde.
Mariana, ouvindo passos, se voltou.
O sol contra o vulto.
As folhas se desprenderam da arvore.
Podia se sentir um cheiro de laranja no ar.
Mariana e Gariela se olhavam.
Seu coraçao batia rapido enquanto ela sentia o doce cheiro de laranja.
Ela esperou ansiosa o autor da carta que segurava na mão.
Elas sempre viveram juntas, eram amigas desde pequena. Gabriela e Mariana moravam no mesmo orfanato.Desde pequenas bricavam no pomar que havia ali.Cresceram juntas com as arvores, todas viram a o sentimento que as unia torna-se mais forte e mais intenso.Mariana e Gabriela eram amigas, e todas as arvores sabiam disso.Todas menos uma.
A velha laranjeira.Ela estava lá... ela estava morta. apenas o cadaver da planta restava. Seus espinhos, seus galhos secos estavam fincados no solo.E ninguem a tirava de lá. Era como um amuleto. Um sinal da idade do lugar, apezar de seu corpo ja nao sentir o vento e nao conseguir mais a adimiraçao que tinham outras arvores, a velha laranjeira possuia aindaum ultimo atrativo. Ela ainda mantinha o doce cheiro de laranja, bem fraco, bem distante e sem igual.Apenas as amigas sabiam... do segredo da laranjeira.
Mariana acordou um dia e algo estava diferente, Gabriela estava diferente.Ela parecia ter um pouco de receio com a melhor amiga. O que será que ouve, ela pensou. Gabriela o que há com você? Foi algo que eu fiz? Foi algo que eu disse?
Não foi nada Mariana, não foi nadanão houve nada, não é você, sou eu.
No dia seguinte Mariana recebeu uma carta... Era de amor. Os sentimentos mais bonitos e sinceros foram transcritos naquela folha de papel.
E nos dias que se seguiram, ela recebeu mais e mais. Todos os dias. O tempo passou.Mariana se apaixonou. E não tinha como falar. E não sabia quem era, mas sabia o que sentia.Ele parecia conhece-la tão bem, sabia o que ela pensava, do intimo do seu coraçao.
Mariana e Gabriela se afastavam, cada vez mais.Cada vez mais Gabriela parecia mais distante e cada vez mais Mariana mais apaixonada.
Até que chegou o dia. O dia em que ultima carta chegou. A carta que marcava o encontro dos amantes.E nesse dia a brisa balançava as folhas das arvores do campo. Balançava também o coração dela.
O relógio da igreja mais proxima bateu, quatro horas da tarde.
Mariana, ouvindo passos, se voltou.
O sol contra o vulto.
As folhas se desprenderam da arvore.
Podia se sentir um cheiro de laranja no ar.
Mariana e Gariela se olhavam.
domingo, 11 de julho de 2010
Ave de Prata

É muito mais do que muito
Muito mais do que quantos anos todos piorei
É muito mais do que mata
Muito mais do que morrem todos pela planta do pé
É muito mais do que fera
Mais do que bicho quando quer procriar
Uma espécie, sementes da água, mistérios da luz
É muito mais do que antes
Mais do que vinte anos multiplicar
Dividir a mentira
Entre cabelos,
olhos
e furacões
Inventar objetos
Pela esfinge quando era mulher
Ave de prata
Veneno de fogo
Vaga-lume do mar
O mar que se acaba na areia
Gemidos da terra apoiados no chão
Entre todos que usam os dentes do arpão
Apoiados em cada parede pela mão
Pela mão que criou
tantas trevas e luz
e cada coisa perdida
Perdidamente pode se apaixonar
Pela última vida
Poucos amigos hão de te procurar
Como é o silêncio?
E nesse momento, tudo deve calar
numa história que venha do povo
O juízo final
For the last Time
Kiss me,
I'm dying
Put your hand on my skin
I close my eyes
I need to make a connection
I'm walking on a thin line
I close my eyesI close my eyes...
it's so cold in this time
when you hold me
myself cries
you can't listen my loud
kiss me.
I'm dying
put your hand on my skin
I'm dying
you cry and I can't sound
my eyes're closed
my eyes're closed...
the connection
I didn't make
on my skin
your hand escape
In the line
I can't walk anymore
I close my eyes...
the kiss that I cryed
is fallen on the floor
my eyes're closed...
my life is over
my soul is closed.
I'm dying
Put your hand on my skin
I close my eyes
I need to make a connection
I'm walking on a thin line
I close my eyesI close my eyes...
it's so cold in this time
when you hold me
myself cries
you can't listen my loud
kiss me.
I'm dying
put your hand on my skin
I'm dying
you cry and I can't sound
my eyes're closed
my eyes're closed...
the connection
I didn't make
on my skin
your hand escape
In the line
I can't walk anymore
I close my eyes...
the kiss that I cryed
is fallen on the floor
my eyes're closed...
my life is over
my soul is closed.
sábado, 10 de julho de 2010
O que voce perdeu virou estrela.
(Sakito)Star[K]night~~~~~~~~~~~~~~~~~~Nightmare
Kono sora ni te wo nobashite mo
Todoku koto no nai shinkirou
Boku no senaka no oreta tsubasa
Mukashi no you ni tobezu ni
Yume wo motome jiyuu wo oi motometeta
Yume wo motome jiyuu wo oi motometeta
Hakanai kaze ni yurare
Ano toki kimi ga ushinatta mono wa
Yozora no mukou no hoshi ni natta
Nurashita hoho wa itsuka kawaite
Kitto habatakeru kara
Boku no kokoro hitori de aruiteru
Ikiru itami ni taete
Ano toki kimi ga ushinatta mono wa
Yozora no mukou no hoshi ni natta
Nurashita hoho wa itsuka kawaite
Kitto habatakeru kara
Kokoro no oku ni sumi tsuite iru
Kanashimi wo nuguisatte
Yoru wo tsukinuke sora wo tsukinuke
Doko made mo tonde yuketara...
Cavaleiro/ Noite de Estrela
Quando eu estender minha mão no céu esta noite
Eu não posso chegar a miragem
As asas foram arrancadas das minhas costas
Sem elas, eu não posso voar ao passado
Eu persegui a liberdade em busca de um sonho
Eu persegui a liberdade em busca de um sonho
Sacudindo no vento vazio
A única coisa que você perdeu naquele momento
Tornou-se uma estrela lá do céu noturno
Bochechas molhadas agora estão secas
Porque eu posso retalhar agora
Eu ando agora com o meu coração
Com uma dor de viver
A única coisa que você perdeu naquele momento
Tornou-se uma estrela lá do céu noturno
Bochechas molhadas agora estão secas
Porque eu posso retalhar agora
Se vive nas profundezas do meu coração
Eu acabo com a tristeza e deixo
Perfurando o céu vazio à noite
Ele poderia voar para sempre...
quarta-feira, 31 de março de 2010

Do amor egoista
Eu não quero sua pena
Eu só quero seu amo
Pode me chamar de agoista
Porque é isso mesmo que eu sou
Tenho um coração pequeno
Tenho medo de me conheçer
Eu só quero minha felicidade
Porque ela consiste em você
Quero cada pensamento, cada suspiro teu
Quero que para sempre diga:
"Para sempre serei teu."
E se caso não consiga, viver já não vale a pena
Pois nem tudo se consegue
Quando a alma não é pequena

Caçada
A música tocava em batidas fortes e envolventes, a neblina que surgia arrastada pelo chão dava um ar mais tenebroso e sedutor ao ambiente. Corpos próximos, quase colados, dançando em conjunto como se fosse uma única massa. Os pés acompanhavam as batidas eletrônicas, enquanto as mãos davam um balançar e equilíbrio ao corpo. Jovens de todas as idades inebriados por aquela vibração sonora.
Pelo ar a mistura de perfumes diversos que atiçavam sensações e provocavam a imaginação. A troca de olhares se tornava intensa, olhares sedutores, agressivos ou provocativos. Todos buscando uma vítima ou um caçador, buscando saciarem seus mais íntimos desejos e fantasias. Tentando romper limites do prazer e da libido.
E nessa busca pelo prazer, Julian vê sua bela vítima. A garota de cabelos negros, pele branca, olhos cor de mel e trajando um vestido curto que exaltava suas belas e acentuadas curvas. O caçador se aproxima de sua vítima silenciosamente, buscando seguir o ritmo da balada. Sem permissão foi pousando suas mãos na cintura da jovem e a virando lentamente. Esta não resistiu e se deixou levar.
Ocorreu a troca de olhares, os olhos dourados dela encontraram e se perderam no olhar cinza de Julian. Ele aproximou seu rosto do pescoço dela e sentiu o perfume dela, um sabor indescritível, mas que seduzia e provoca, fazendo os sentidos dele aflorarem fortemente. Ele a agarrou com mais firmeza e começaram mover seus corpos como um só. A música se tornara mais excitante e a neblina aumentara.
Os dois pareciam perdidos e sozinhos em meio a névoa que se erguia no ambiente. Julian agarrava a cintura da moça, que descobrira se chamar Adriana. Ela agarrava Julian segurando pelo meio de suas costas. Sua dança era puro prazer e sensualidade, logo estavam em um intenso beijo, onde pareciam querer uma devorar o outro. Suas mãos percorriam o corpo do parceiro buscando conhecê-lo e provocá-lo.
Julian estava se satisfazendo com as carícias e beijos de Adriana, mas logo foi surpreendido quando ela lhe puxou para um canto mais escuro e reservado, ali nenhuma luz chegava. Ela então atacou com mais liberdade seu parceiro, beijando-o e mordendo-o com todo prazer que conseguia. Apertava o corpo dele contra o seu com força. Julian estava surpreso com aquelas atitudes, mas não se acanhava e retribuía com a mesma intensidade.
Mas logo ele não conseguia mais acompanhar o ritmo dela, ela já havia lhe jogado contra a parede e fazia com ele tudo que queria, provocando-o, mas sem dar oportunidade dele se satisfazer. Ela sorria maliciosamente, o rosto antes de apenas uma garota se transformara para de uma felina selvagem. A roupa dela já havia subido deixando a mostra mais do que era esperado, mas ninguém parecia notar e Julian nada podia fazer.
Ele se viu ser usado por aquela mulher sem reação. Após alguns minutos de provocação, prazer e êxtase, Adriana encarou seu parceiro, o sorriso malicioso tinha um leve ar de maldade. Ela viu que ele já tinha as roupas rasgadas em várias partes e várias marcas de seus ataques pelo corpo. Ela se recompôs e foi se retirando de perto dele. Ele subitamente se ergue e a prende pelo pulso:
- Aonde você vai? Ainda quero aproveitar mais!
Ela sorri novamente e responde com uma voz capaz de fazer qualquer homem cair aos seus pés:
- Eu sei e é por isso que quero ir embora, já cansei de brincar com você.
E foi embora, deixando para trás sua vítima daquela noite.
A música tocava em batidas fortes e envolventes, a neblina que surgia arrastada pelo chão dava um ar mais tenebroso e sedutor ao ambiente. Corpos próximos, quase colados, dançando em conjunto como se fosse uma única massa. Os pés acompanhavam as batidas eletrônicas, enquanto as mãos davam um balançar e equilíbrio ao corpo. Jovens de todas as idades inebriados por aquela vibração sonora.
Pelo ar a mistura de perfumes diversos que atiçavam sensações e provocavam a imaginação. A troca de olhares se tornava intensa, olhares sedutores, agressivos ou provocativos. Todos buscando uma vítima ou um caçador, buscando saciarem seus mais íntimos desejos e fantasias. Tentando romper limites do prazer e da libido.
E nessa busca pelo prazer, Julian vê sua bela vítima. A garota de cabelos negros, pele branca, olhos cor de mel e trajando um vestido curto que exaltava suas belas e acentuadas curvas. O caçador se aproxima de sua vítima silenciosamente, buscando seguir o ritmo da balada. Sem permissão foi pousando suas mãos na cintura da jovem e a virando lentamente. Esta não resistiu e se deixou levar.
Ocorreu a troca de olhares, os olhos dourados dela encontraram e se perderam no olhar cinza de Julian. Ele aproximou seu rosto do pescoço dela e sentiu o perfume dela, um sabor indescritível, mas que seduzia e provoca, fazendo os sentidos dele aflorarem fortemente. Ele a agarrou com mais firmeza e começaram mover seus corpos como um só. A música se tornara mais excitante e a neblina aumentara.
Os dois pareciam perdidos e sozinhos em meio a névoa que se erguia no ambiente. Julian agarrava a cintura da moça, que descobrira se chamar Adriana. Ela agarrava Julian segurando pelo meio de suas costas. Sua dança era puro prazer e sensualidade, logo estavam em um intenso beijo, onde pareciam querer uma devorar o outro. Suas mãos percorriam o corpo do parceiro buscando conhecê-lo e provocá-lo.
Julian estava se satisfazendo com as carícias e beijos de Adriana, mas logo foi surpreendido quando ela lhe puxou para um canto mais escuro e reservado, ali nenhuma luz chegava. Ela então atacou com mais liberdade seu parceiro, beijando-o e mordendo-o com todo prazer que conseguia. Apertava o corpo dele contra o seu com força. Julian estava surpreso com aquelas atitudes, mas não se acanhava e retribuía com a mesma intensidade.
Mas logo ele não conseguia mais acompanhar o ritmo dela, ela já havia lhe jogado contra a parede e fazia com ele tudo que queria, provocando-o, mas sem dar oportunidade dele se satisfazer. Ela sorria maliciosamente, o rosto antes de apenas uma garota se transformara para de uma felina selvagem. A roupa dela já havia subido deixando a mostra mais do que era esperado, mas ninguém parecia notar e Julian nada podia fazer.
Ele se viu ser usado por aquela mulher sem reação. Após alguns minutos de provocação, prazer e êxtase, Adriana encarou seu parceiro, o sorriso malicioso tinha um leve ar de maldade. Ela viu que ele já tinha as roupas rasgadas em várias partes e várias marcas de seus ataques pelo corpo. Ela se recompôs e foi se retirando de perto dele. Ele subitamente se ergue e a prende pelo pulso:
- Aonde você vai? Ainda quero aproveitar mais!
Ela sorri novamente e responde com uma voz capaz de fazer qualquer homem cair aos seus pés:
- Eu sei e é por isso que quero ir embora, já cansei de brincar com você.
E foi embora, deixando para trás sua vítima daquela noite.
sexta-feira, 5 de março de 2010
Morte, um inicio...
Sim... titulo polemico. Para a maioria das culturas a morte é o fim...
para quase todas na verdade.
Para mim.... *rizadas*
a morte nada mais é que libertação
é algo invitavel não é? Pois que seja aceita como parte normal de uma vida.
E se a vida é vista, por meus olhos- muito pessimistas por sinal- como algo que deve ter logo seu fim.
A morte é afuga da realidade... posso morrer sem padecer...
mas isso seria muito complexo de explicar aqui.
Fiz-me pensar na morte
O dia que acordei sem luz
Fincou-se em mim ideia forte
Que a vida a morte seduz
Se não que para morrer
O ser basta estar vivo
E para a vida esmurecer
Parar de sentir o que sinto
Pensar por pensar o inevitável
Viver o momento, caminhar lento
Seguindo para o inevitável
Um fim absoluto, detino global
Viver amando e sofrendo
Esperando o futuro fatal
para quase todas na verdade.
Para mim.... *rizadas*
a morte nada mais é que libertação
é algo invitavel não é? Pois que seja aceita como parte normal de uma vida.
E se a vida é vista, por meus olhos- muito pessimistas por sinal- como algo que deve ter logo seu fim.
A morte é afuga da realidade... posso morrer sem padecer...
mas isso seria muito complexo de explicar aqui.
Fiz-me pensar na morte
O dia que acordei sem luz
Fincou-se em mim ideia forte
Que a vida a morte seduz
Se não que para morrer
O ser basta estar vivo
E para a vida esmurecer
Parar de sentir o que sinto
Pensar por pensar o inevitável
Viver o momento, caminhar lento
Seguindo para o inevitável
Um fim absoluto, detino global
Viver amando e sofrendo
Esperando o futuro fatal
sábado, 27 de fevereiro de 2010
O advento da melancolia
De fato, sou uma pessoa que tem gosto por tristeza.
não escondo, esse sentimento ao contrario dos outros... fica com você.. e demora muito pra ir embora (pelo menos em mim).
Aprendi então a gostar da tristeza... me tornei uma pessoa melancólica, triste e muitas vezes cética...
Mas... há um momento de porém nessa minha realidade.
quando gosto de alguém, e estou com esse(s) alguém, mudo completamente...
talvez seja o amor penetrando no coraçao adormecido ^^
talvez seja meu verdadeiro eu que só desperta no estado mais puro da alma...
o amor... estado de graça humano.
Sou uma romantica clássica... quem acompanhar minhas postagens vai perceber...
Eu amo, sei a verdade sobre o amor e sou feliz...
atualmente meu coração tem dono...
...sim.
Quem dera a todas as pessoas ter o "advento da melancolia".
a sociedade associa o triste ao ruim, o feliz ao bom...
serei eu contra a ordem natural das coisas?
ou a lei que rege os pensamentos precisa se reiventar...
algo a pensar...
Mas, eu te digo, com toda certeza. Os melhores poemas, são regados a lágrimas de tristeza e de amor.
Os melhores poetas são aqueles que choram de saudade e escrevem cada verso com o coração... e não com outra parte do corpo... seja ela qual for.
E digo ainda, o ser humano só se revela, como realmente é ao atingir esse "estado".
E quem não sofre
Não sabe do amor
Da plenitude
Não conhece a flor
que brota no caminho
Que fere o espinho
Quem não ama
Ainda não viveu
Ainda não sofreu
Nem ao menos encontrou
a linha do borjador.
>.<
Reflectir quando se está triste também é muito rentável.
Ás vezes se encontra muitas soluções.
Costumo fazer isso. Recomendo.
Sol Adormecido - Nightwish
O sol está dormindo em silêncio
Uma vez em um século
Melancólicos oceanos calmos e vermelhos
Carícias ardentes ao dormir
Por meus sonhos eu continuo minha vida
Por desejos eu contemplo a minha noite
A verdade no fim do tempo
Perder a fé se torna um crime
Eu desejo que esta noite
Dure por uma vida
As trevas em volta de mim
Margens de um oceano solar
Oh, como eu desejo me por com o sol
Dormindo
Chorando
Com você
Sofrimento, é o que tem em um coração humano
De meu Deus eu irei me despedir
Eu velejei sob mil luas
Nunca achando para onde ir
Duzentos e vinte e dois dias de luz
Serão trocados por uma noite
Um momento para o poeta tocar
Até que não haja mais nada a se dizer
Eu desejo para esta noite
Para ser a última de uma vida
As trevas em volta de mim
Margens de um mar solar
Oh, como eu desejo afundar com o sol
Dormindo
Chorando
Com você
Eu desejo para esta noite
Para ser a última de uma vida
As trevas em volta de mim
Margens de um mar solar
Oh, como eu desejo afundar com o sol
Dormindo
Chorando
Com você
até a proxima.
não escondo, esse sentimento ao contrario dos outros... fica com você.. e demora muito pra ir embora (pelo menos em mim).
Aprendi então a gostar da tristeza... me tornei uma pessoa melancólica, triste e muitas vezes cética...
Mas... há um momento de porém nessa minha realidade.
quando gosto de alguém, e estou com esse(s) alguém, mudo completamente...
talvez seja o amor penetrando no coraçao adormecido ^^
talvez seja meu verdadeiro eu que só desperta no estado mais puro da alma...
o amor... estado de graça humano.
Sou uma romantica clássica... quem acompanhar minhas postagens vai perceber...
Eu amo, sei a verdade sobre o amor e sou feliz...
atualmente meu coração tem dono...
...sim.
Quem dera a todas as pessoas ter o "advento da melancolia".
a sociedade associa o triste ao ruim, o feliz ao bom...
serei eu contra a ordem natural das coisas?
ou a lei que rege os pensamentos precisa se reiventar...
algo a pensar...
Mas, eu te digo, com toda certeza. Os melhores poemas, são regados a lágrimas de tristeza e de amor.
Os melhores poetas são aqueles que choram de saudade e escrevem cada verso com o coração... e não com outra parte do corpo... seja ela qual for.
E digo ainda, o ser humano só se revela, como realmente é ao atingir esse "estado".
E quem não sofre
Não sabe do amor
Da plenitude
Não conhece a flor
que brota no caminho
Que fere o espinho
Quem não ama
Ainda não viveu
Ainda não sofreu
Nem ao menos encontrou
a linha do borjador.
>.<
Reflectir quando se está triste também é muito rentável.
Ás vezes se encontra muitas soluções.
Costumo fazer isso. Recomendo.
Sol Adormecido - Nightwish
O sol está dormindo em silêncio
Uma vez em um século
Melancólicos oceanos calmos e vermelhos
Carícias ardentes ao dormir
Por meus sonhos eu continuo minha vida
Por desejos eu contemplo a minha noite
A verdade no fim do tempo
Perder a fé se torna um crime
Eu desejo que esta noite
Dure por uma vida
As trevas em volta de mim
Margens de um oceano solar
Oh, como eu desejo me por com o sol
Dormindo
Chorando
Com você
Sofrimento, é o que tem em um coração humano
De meu Deus eu irei me despedir
Eu velejei sob mil luas
Nunca achando para onde ir
Duzentos e vinte e dois dias de luz
Serão trocados por uma noite
Um momento para o poeta tocar
Até que não haja mais nada a se dizer
Eu desejo para esta noite
Para ser a última de uma vida
As trevas em volta de mim
Margens de um mar solar
Oh, como eu desejo afundar com o sol
Dormindo
Chorando
Com você
Eu desejo para esta noite
Para ser a última de uma vida
As trevas em volta de mim
Margens de um mar solar
Oh, como eu desejo afundar com o sol
Dormindo
Chorando
Com você
até a proxima.
sábado, 20 de fevereiro de 2010
A primeira vez

Sempre gostei bastante de blogs...
São boas fontes de diversão e de conhecimento.
Pretendo fazer desse um bom lugar pra que se encontre os dois...
Com o tempo vão ficar mais perceptíveis meus gostos e meus interesses.
Mas por hora, fiquem com uma linda fábula...
depois postarei sobre outros assuntos.
A Raposa e a Máscara
Uma Raposa deu algum jeito e entrou na sala de adornos de um teatro. De repente observou um rosto Onde
e a luz batia nele, ficando muito, muito amedrontada; mas olhando mais de perto, achou ser apenas uma Máscara, destas que os atores usam para pôr quando em cena. “Ah...” disse a Raposa,” você parece muito bonita; é uma pena que você não ganhou nenhum cérebro".
Moral:
"A aparência externa é uma pobre substituta para o valor interno."
e a luz batia nele, ficando muito, muito amedrontada; mas olhando mais de perto, achou ser apenas uma Máscara, destas que os atores usam para pôr quando em cena. “Ah...” disse a Raposa,” você parece muito bonita; é uma pena que você não ganhou nenhum cérebro".
Moral:
"A aparência externa é uma pobre substituta para o valor interno."
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